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domingo, 30 de novembro de 2008

Cuidado com suas informações...




Recentemente uma notícia divulgada pela IDG Now,informou que "Quatro em cinco usuários de redes sociais estão expostos a crimes na web", face a isto cabe salientar dois aspectos importantes para as empresas: O primeiro trata da segurança das informações das empresas, pois é sabido que com muita freqüência, os funcionários não tem problemas em fazer a manutenção dos seus perfis ou então conversar com seus amigos virtuais na “folguinha” (ou não) do seu expediente de trabalho, desse modo, muitos desses “amigos” , sabedores do fato, podem usar dessa confiança para encaminhar arquivos aparentemente inocentes, como apresentações em power point (o mais comum), poesias em arquivo texto, fotos, entre outros. A maior parte desses arquivos, passam sem problemas pela rede da esmagadora maioria das empresas. O que os incautos recebedores de arquivos não sabem, é que esses “inocentes” arquivos mascaram programinhas altamente nocivos, que se instalam em todos os computadores, roubando informações sigilosas e preciosas para seus remetentes. Uma atenção especial para as fotos, que são uma verdadeira febre entre os “orkuteiros”e “messengeiros” de plantão, que as vezes possuem um tamanho um pouquinho maior, e quando o remetente é indagado sobre a questão, ele informa que é devido a uma “resolução melhor”, ledo engano, a malfada foto carregar em si, mais um arquivo malicioso. No entanto, o fato do arquivo ser pequeno não é motivo de inocência, prova disso são os keyloggers que cresceram 250%, segundo dados da ComputerWorld, esses são especializados em roubar todos os dados que são digitados em sua máquina, esses dados são enviados ao remetente, sem que o usuário saiba. O segundo aspecto trata da própria segurança do usuário, que com muita freqüência, abastecem os sites de relacionamento com informações verdadeiras e ricas acerca de sua vida pessoa e profissional, fornecendo subsídios pontuais para os “predadores da web”, agirem conforme seus próprios interesses. Dependendo da instituição e cargo que o usuário trabalhe, já houve casos de seqüestro, quando não do usuário, da sua família, para facilitar o roubo à empresa, e às vezes do seu próprio domicílio. Já houveram casos também de crianças raptadas, adolescentes enganadas com amores de araque e falsas promessas, tudo produto das informações prestadas. Estas, não só formalizadas nos sites de relacionamento, mas também através dos comunicadores instantâneos (MSN, ICQ, GOOGLE TALK, etc), onde os usuários equivocadamente consideram que estão protegidos pelo sigilo, muitas vezes, de um nick anônimo ou fantasioso. Os “predadores da net” são especializados em arrancar as informações, até dos usuários mais espertos, porque constroem toda uma vida fictícia, com embasamento suficiente para fazer qualquer um acreditar no que ele está dizendo. Em resumo, todo cuidado é pouco e imprescindível para evitar maiores e desagradáveis transtornos, que talvez não possa ser corrigidos.